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Maquete de Rio Bonito do Iguaçu é entregue à Sala das Promessas do Santuário Nacional de Aparecida em gesto de gratidão

A Romaria Jubilar da Diocese de Guarapuava ao Santuário Nacional de Aparecida, no sábado, 27 de junho, foi marcada por momentos de gratidão, entre eles um ato especial de agradecimento pela proteção recebida durante o tornado que atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, em novembro do ano passado.

A comunidade da Paróquia e Santuário Santo Antônio de Pádua entregou uma maquete da cidade para integrar o acervo da Sala das Promessas, localizada no subsolo do Santuário Nacional. A maquete foi acolhida pelo padre Jorge Américo, prefeito de Igreja do Santuário Nacional, num momento que reuniu romeiros da Diocese de Guarapuava, especialmente fiéis de Rio Bonito do Iguaçu e de municípios vizinhos. Participaram da entrega o bispo diocesano, Dom Amilton Manoel da Silva, e o pároco e reitor da Paróquia e Santuário Santo Antônio de Pádua, padre Cristian Jardim.

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O gesto simboliza o agradecimento da comunidade pela preservação de centenas de vidas durante o desastre natural que devastou parte da cidade. Embora o tornado tenha provocado destruição em residências, estabelecimentos e também nas estruturas da paróquia, as pessoas que estavam reunidas na igreja naquele momento permaneceram protegidas.

Segundo o padre Cristian Jardim, a iniciativa nasceu durante um momento de oração nas comunidades do assentamento da paróquia. “Enquanto eu rezava o Santo Rosário, senti no coração que Nossa Senhora precisava ter uma maquete, um lugar onde ficasse registrado o que aconteceu. Foi ela quem nos cuidou e intercedeu a Deus por nós naquele momento de tanto sofrimento. Nossa Senhora estendeu seu manto materno sobre aquela cidade e sobre nossa comunidade. Trouxemos essa maquete para testemunhar a fé e a esperança de um povo que continua caminhando com Deus, apesar de toda a destruição.”

Para o bispo diocesano Dom Amilton Manoel da Silva, a entrega da maquete representou, acima de tudo, um ato de gratidão pela vida e um testemunho da força da fé diante das adversidades. “É só agradecimento. Quantas vidas foram salvas naquele 7 de novembro? Nós cremos que a proteção divina esteve ali sobre mais de 300 pessoas que estavam dentro da igreja. Quando elas saíram, encontraram casas e comércios destruídos, mas estavam vivas para reconstruir a própria história. A nossa vida é assim: gratidão, testemunho e missão. Tudo aquilo que parece destruído pode ser reconstruído quando caminhamos com fé, esperança e solidariedade.”

Saiba mais: Rio Bonito do Iguaçu acolhe encerramento do Ano Jubilar da Esperança e paróquia é elevada a santuário

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