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Diocese de Guarapuava celebra a vocação dos catequistas no encerramento do mês vocacional

Imagem IA

Neste domingo, 31 de agosto, a Igreja Católica celebra a vocação do catequista. A data marca também o encerramento do Mês Vocacional, tempo especial em que toda a comunidade eclesial é chamada a refletir sobre a diversidade das vocações e a importância de cada uma delas na missão da Igreja.

Na Diocese de Guarapuava, a presença dos catequistas se faz de forma significativa: são 4.862 homens e mulheres que, de maneira generosa e dedicada, assumem a missão de anunciar Jesus Cristo e conduzir crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias ao encontro com a fé. São eles e elas que, semanalmente, preparam encontros, estudam a Palavra de Deus e testemunham, com a vida, a alegria do Evangelho.

O bispo diocesano, Dom Amilton Manoel da Silva, expressou sua gratidão aos catequistas:
“Quero manifestar a minha gratidão em nome de toda a Diocese de Guarapuava, particularmente em nome de todos os padres, pois nas paróquias e comunidades, toda semana, aí está você catequista. Não mede esforços para preparar os encontros e levar crianças, adolescentes, jovens, adultos, famílias ao encontro com a pessoa de Jesus Cristo. E como lembra o Papa Francisco na Evangelii Gaudium, quem encontrou-se com Jesus leva essa boa notícia porque o coração e a vida transborda de alegria”.

O Ano de 2025 reserva ainda um momento marcante para a diocese e para os catequistas. Durante a Festa da Unidade, em novembro, Dom Amilton instituirá oficialmente o Ministério do Catequista a um representante de cada paróquia. Este gesto reforça a centralidade da catequese na vida da Igreja e reconhece o compromisso missionário desses homens e mulheres que, com amor e perseverança, ajudam a formar discípulos e discípulas de Jesus Cristo.

O Ministério do Catequista, instituído pelo Papa Francisco por meio da Carta Apostólica Motu proprio Antiquum ministerium, formaliza e reconhece como ministério eclesial o serviço de homens e mulheres leigos que, pelo Batismo, são chamados a colaborar na catequese — desde o primeiro anúncio do Evangelho até a iniciação cristã e a formação permanente — com fidelidade à tradição da Igreja, competência pastoral e compromisso missionário, desempenhado de forma leiga e estável, evitando qualquer forma de clericalização, sob o discernimento e a instituição do próprio bispo diocesano

Assim, a celebração da vocação do catequista neste mês de agosto não apenas encerra o período vocacional, mas também abre horizontes de esperança e renovação para toda a comunidade diocesana.

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