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Igreja Católica, por meio da Cáritas, promove projeto Florescer para fortalecer cuidado com crianças e adolescentes

A Cáritas Diocesana de Guarapuava está desenvolvendo o Projeto Florescer, uma iniciativa voltada à formação e ao acompanhamento de cuidadores sociais que atuam em instituições de acolhimento do município. O objetivo é fortalecer o cuidado oferecido a crianças, adolescentes e jovens acolhidos, promovendo ambientes mais saudáveis de convivência e desenvolvimento.

De acordo com a assistente social da Cáritas, Haysa Gabriella Peters, a proposta do projeto é trabalhar temas essenciais ligados ao desenvolvimento infanto-juvenil e aos direitos das crianças e adolescentes. “Durante o projeto são abordados temas importantes para o desenvolvimento infanto-juvenil, buscando promover o fortalecimento dos vínculos e da convivência, além de ampliar o conhecimento sobre os direitos das crianças e adolescentes e as diferentes fases da infância, adolescência e juventude”, explica.

Segundo Haysa, o trabalho com os cuidadores sociais é fundamental para a formação integral dos jovens acolhidos. “O trabalho com os cuidadores sociais é de extrema importância, pois eles influenciam na formação da cidadania e na construção da autonomia das crianças, adolescentes e jovens acolhidos”, afirma.

O projeto reúne atualmente cerca de 28 participantes, todos cuidadores sociais que atuam em instituições de acolhimento do município. Os encontros acontecem uma vez por mês, com previsão de aproximadamente oito encontros ao longo do ano, realizados nas salas da Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores, em Guarapuava.

Durante a formação são tratados diversos temas ligados ao cotidiano de quem trabalha diretamente com crianças e adolescentes. Entre os assuntos estão saúde mental, comunicação não violenta, alternativas ao castigo para imposição de limites, desenvolvimento emocional e cognitivo, vínculos afetivos, sexualidade na adolescência, cyberbullying, desafios perigosos na internet, tipos de violência e seus impactos, além de aspectos relacionados às leis e transtornos do desenvolvimento.

“O projeto possui como objetivo proporcionar às crianças, adolescentes e jovens um ambiente de convivência saudável para o desenvolvimento, garantindo a efetivação dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente”, destaca Haysa.

A iniciativa foi elaborada pela própria assistente social da Cáritas, que acompanha o desenvolvimento das atividades juntamente com Linying Hung Fuentes, assistente de integração da instituição. A execução das formações é conduzida pela psicóloga Elenita Luiza Lodi, professora do curso de Psicologia do Centro Universitário Campo Real, com a participação de acadêmicos do curso que auxiliam nas atividades sob sua supervisão.

O Projeto Florescer também conta com a parceria do colegiado de Psicologia do Centro Universitário Campo Real e da Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores, que cede o espaço para os encontros.

A perspectiva da Cáritas é ampliar a iniciativa no futuro. Conforme explica Haysa, após o trabalho com os cuidadores sociais, a intenção é estender o projeto para pais ou responsáveis de famílias que tiveram crianças ou adolescentes em medida protetiva de acolhimento institucional, fortalecendo o acompanhamento e a reconstrução dos vínculos familiares

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