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Pastoral Carcerária inicia atividades de 2026 com reunião em Guarapuava

A Pastoral Carcerária da Diocese de Guarapuava realizou, na tarde do sábado, 7 de fevereiro, uma reunião com agentes das paróquias, na Casa das Irmãs Teresianas. O encontro marcou o início oficial das atividades da pastoral neste ano de 2026 e reuniu representantes comprometidos com a missão da Igreja junto às pessoas privadas de liberdade.

De acordo com Elisabeth Noogalski, agente da Pastoral Carcerária da Paróquia Santa Terezinha e secretária diocesana da pastoral, a reunião teve como principal objetivo alinhar os direcionamentos para o trabalho ao longo do ano. “Hoje reunimos com a pastoral diocesana e também com os agentes das paróquias para os direcionamentos das nossas atividades, já iniciando com as visitas no cárcere, na cadeia pública, na penitenciária e também na PEG, Unidade de Progressão. Estamos aí firmes, fortes, com Maria conosco neste ano jubilar da nossa Diocese”, destacou.

Entre os projetos para 2026, Elisabeth ressaltou a proposta de visitar todas as paróquias da diocese, como forma de ampliar o conhecimento sobre a atuação da pastoral e convidar novos agentes. “Este ano, com o projeto de visitar todas as paróquias de nossa diocese para divulgar o nosso trabalho. Você que não é da Santa Terezinha nem da Paróquia Santos Anjos, você pode participar da Pastoral Carcerária? Sim, basta querer, ter essa vontade de conhecer o nosso trabalho junto às pessoas encarceradas”, afirmou.

Ao explicar a missão da Pastoral Carcerária, Elisabeth enfatizou que o trabalho vai além das visitas. “Primeiramente, a nossa visita é uma assistência religiosa da Igreja Católica. A primeira coisa é ouvi-los. É uma presença da nossa Igreja junto a eles, para levar esperança, para levar um pouquinho desse amor misericordioso de Deus”, explicou. Ela também destacou a colaboração dos sacerdotes no atendimento às confissões e na celebração da Santa Missa em datas importantes do calendário litúrgico, como Páscoa, Natal e Quaresma, com acolhida aberta a pessoas de todos os credos.

Por fim, Elisabeth reforçou que a pastoral é chamada a olhar também para a realidade das famílias e da reintegração social dos encarcerados. “Nós precisamos ir muito além. Precisamos atender a família desses encarcerados e pensar para onde eles vão quando saem das unidades penais. Muitos não têm para onde ir e precisam de suporte e de políticas públicas sérias”, refletiu. Ao concluir, recordou o sentido evangélico da missão: “Errar é humano, mas perdoar é divino. A Igreja está nesses lugares, junto com essas pessoas marginalizadas e excluídas. Jesus não excluiu ninguém. Que Nossa Senhora de Belém nos preceda em todos esses trabalhos deste ano de 2026”.

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