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Pescadores de pessoas

Nesses primeiros domingos do Tempo Comum, a Liturgia nos apresenta o início da vida pública de Jesus, com o anúncio do Reino e o chamado dos primeiros discípulos.

Na 1ª leitura (Is 8,23-9,3), Isaías fala de uma Luz que irá brilhar na Galileia e que irá iluminar toda a terra. Jesus é essa Luz que ilumina o mundo com uma aurora de esperança e dá sentido pleno à esta profecia messiânica de Isaías.

Na 2ª leitura (1Cor 1,10-13.17), Paulo exorta os Coríntios a superar as rivalidades e divisões, por causa dessa Luz, Cristo. O Batismo não significou uma adesão a Paulo, a Apolo ou a Pedro. Cristo é a única fonte de salvação para todos. Muitas vezes em nossas comunidades as lideranças buscam atrair as pessoas para si e não para Cristo. É preciso sempre avaliar nosso serviço evangelizador.

O Evangelho (Mt 4,12-23) apresenta a realização da profecia de Isaías: “O Povo que vivia nas trevas viu uma grande luz”. Jesus é a luz, que começa a brilhar na Galileia e propõe a todos os homens a Boa Nova da chegada do Reino. Os discípulos serão os primeiros destinatários da proposta e as testemunhas encarregadas de levar o Reino a toda a terra. Jesus começou sua atividade numa região pobre e oprimida e seus primeiros colaboradores, são os pescadores do lago de Genesaré, gente simples que sabia o que é lutar pela vida. “Venham e sigam-me e farei de vocês pescadores de pessoas”. Eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.

Todos nós somos chamados a deixar tudo para seguir Jesus, anunciar a Boa nova e fazer gestos de salvação. O que significa concretamente para nós: “deixar tudo para segui-lo”?

Bom domingo!
Deus te abençoe.

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